sábado, 20 de setembro de 2014

Elgalor e D&D 5ª ed.: Rokans & Bárbaros Totêmicos

Muitos "meio-orcs" de Elgalor seguem o caminho do
Guerreiro Totêmico, abençoados por poderosos Espíritos
Animais.
Saudações, bravos guerreiros!

Começando nossa série de pergaminhos sobre o mundo de Elgalor dentro do contexto do novo D&D, trago-vos um pouco sobre os Rokans, os “meio-orcs” deste cenário, que se encaixam perfeitamente no arquétipo dos bárbaros que seguem o caminho do guerreiro totêmico; combatentes ferozes com um forte vínculo com os Espíritos Animais que aqui atuam como guardiões ancestrais de terras selvagens.

Como vimos anteriormente, os primeiros Rokans foram criados eras atrás por magos negros, que através de rituais profanos, imbuíram os corpos de escravos humanos com sangue orc, para produzir um imenso exército de bestas sanguinárias que esmagariam impiedosamente qualquer um que se opusesse a seus mestres cruéis.

Contudo, os meio-orcs se rebelaram, e auxiliados por um misterioso deus caçador e os Espíritos Guardiães, destruíram seus antigos mestres e seu império de corrupção, e passaram a habitar regiões inóspitas, vivendo guiados pelos preceitos do druidísmo e shamanísmo, defendendo ferozmente seus lares contra quaisquer criaturas malignas que ousassem sair das sombras.

Desde então, eles passaram a se autodenominar Rokans, “Filhos da Terra”, e honrando os caminhos do deus caçador e dos Espíritos Animais, se adotaram um modo de vida tribal fortemente baseado em clãs, que possuíam dois líderes, um para tempos de paz e outro para períodos de guerra. Além disso, muito deles se tornaram grandes caçadores de demônios, licantropos e mortos-vivos.

Apesar de vários membros desta orgulhosa e honrada raça guerreira terem se tornado sábios druidas e poderosos rangers, a maioria dos defensores deste povo é representada por bárbaros altivos guiados pelos espíritos dos “Guardiães Ancestrais”: Os espíritos do Lobo, da Águia e do Urso.

E mesmo honrando todos os espíritos, cada bárbaro recebe em seu rito de maioridade, aos 15 anos de idade, a visita de um destes espíritos, semelhante ao Chamado que os paladinos geralmente recebem. Assim, no dia em que se tornam homens perante seus clãs, estes bárbaros Rokans são intimamente ligados a um dos três espíritos guardiães.

Há histórias que contam ainda que em certas regiões marcadas por amplas savanas, os clãs de Rokans possuem bárbaros ligados aos Espíritos do Elefante, Pantera e Leão.